
Foi só o Mobi começar a ter vendas mais consistentes para a Fiat fazer o quê?
Não dá mesmo para entender. Foi só o Mobi começar a ter vendas mais consistentes, batendo o Volkswagen up!, para a Fiat fazer o quê? Aumentar os preços do carro! (…)

Não dá mesmo para entender. Foi só o Mobi começar a ter vendas mais consistentes, batendo o Volkswagen up!, para a Fiat fazer o quê? Aumentar os preços do carro! (…)

Em plena crise de vendas pode parecer que a grande onda de lançamentos em 2016 se deve à atuação imediata dos fabricantes em busca de clientes arredios. Na realidade, as novidades foram decididas há quatro ou cinco anos, nos tempos de bonança, e em razão de metas de eficiência energética. Só neste mês de setembro, (…)

A Fiat começou a destrinchar o quebra-cabeça em que se envolveu com várias opções na faixa de compactos hatches, ainda o segmento mais importante do mercado brasileiro. A chegada do subcompacto Mobi provocou um conflito de preços entre o Fiat Uno e a versão antiga do Palio, conhecida como Fire. Esta última, segundo o fabricante, (…)

Vocês se lembram que, em junho, quando lançou o Punto 2017, a Fiat resolveu também aumentar os preços de seus modelos? Pois é, mais uma vez a marca não se aguentou e adivinhem? Elevou os preços de seus carros de novo! Desse jeito, não há dúvidas: adeus liderança do mercado brasileiro de automóveis! (…)

As estreias de novos carros levaram ao aumento da competição nas vendas do primeiro semestre. Onix manteve a liderança absoluta (mesmo sem a ajuda do Prisma). Corolla ampliou sua vantagem, pelo menos enquanto os novos Cruze e Civic não começarem a chegar às lojas no segundo semestre. Briga entre os SUVs compactos continua acirrada, mas (…)

O Fiat Mobi ainda não decolou nesse seu início de ciclo no Brasil, amargando a 17ª posição no ranking de emplacamentos da Fenabrave, em maio de 2016 (42º no acumulado do ano). Vários motivos explicam esse fato, como o mercado em baixa, inúmeros concorrentes, preços altos, além do novo compacto ítalo brasileiro não ter inovado praticamente em nada (…)

O tiro no pé escancarado continua! Com a continuidade da recessão do mercado nacional de automóveis, as montadoras seguem firme e forte na estratégia de ter margens mais altas de lucro por unidade vendida. Como? Simples: elevando os preços de seus modelos! A Fiat, por exemplo, aplicou aumentos que podem superar os R$ 4.000 (!!!!). (…)

Persistência do povo japonês é conhecida. Que tal ter uma ideia disruptiva, no já longínquo ano de 1997, começar as vendas apenas no Japão e, inicialmente, enfrentar perdas de até US$ 10.000 (R$ 35.000) por unidade comercializada? Pois assim começou a história do híbrido Prius. Apenas 300 unidades no ano de lançamento, quase 18.000 em (…)

Sem inovar, mas me agradando, o Fiat Mobi chegou para ser o novo carro de entrada da marca italiana no Brasil. Mas, para isso, ele deve aposentar, primeiro, o Uno Vivace, versão que não foi atualizada com a chegada do “novo” Uno; e, depois, o Palio Fire, representante da velha guarda que ainda tem um publico (…)

Finalmente, o mercado de subcompactos começa a esquentar no Brasil. Espaços mal planejados nas cidades para circular e estacionar, exigências de menor consumo e emissões e muitos carros rodando com no máximo um passageiro além do motorista, justificariam presença menos tímida no total de hatch compactos, de longe o segmento mais importante em vendas. (…)